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Confiança de marca é prioridade nos negócios, revela estudo

 - REVISTA MAISJR

(Crédi­to: Repro­dução)

Em um cen√°rio de fake news, vaza¬≠men¬≠to de dados de clientes sofri¬≠dos por empre¬≠sas, e, con¬≠se¬≠quente descr√©di¬≠to dos con¬≠sum¬≠i¬≠dores, a con¬≠fi¬≠an√ßa de mar¬≠ca gan¬≠ha cada vez mais papel cen¬≠tral no ambi¬≠ente de neg√≥¬≠cios, em meio aos desafios da econo¬≠mia dig¬≠i¬≠tal.  √Č o que apon¬≠ta a 4¬™ edi√ß√£o do Future Focus, estu¬≠do glob¬≠al da iProspect, ag√™n¬≠cia de mar¬≠ket¬≠ing dig¬≠i¬≠tal full per¬≠for¬≠mance pre¬≠sente em 55 pa√≠s¬≠es.

O estu­do, que envolveu 300 clientes globais, incluin­do empre­sas do FTSE 100 e do For­tune 500, além de entre­vis­tas exclu­si­vas com líderes globais de empre­sas como The New York Times, IBM, Microsoft, Hilton, The Econ­o­mist, Rachel Zoe, Inc. e AccorHo­tels, apon­ta que 88% dos gestores de mar­ket­ing tem como pri­or­i­dade para 2019 a con­fi­ança de mar­ca e 76% con­sid­er­am a con­fi­ança impor­tante para man­ter clientes con­sumin­do sua mar­ca.

‚ÄúCon¬≠fi¬≠an√ßa do con¬≠sum¬≠i¬≠dor j√° n√£o √© mais ape¬≠nas uma quest√£o, mas sim a quest√£o‚ÄĚ, avalia Bruno Mosconi, dire¬≠tor ger¬≠al da iProspect Brasil.  Segun¬≠do o exec¬≠u¬≠ti¬≠vo, para recon¬≠quis¬≠tar a con¬≠fi¬≠an√ßa do con¬≠sum¬≠i¬≠dor, as mar¬≠cas pre¬≠cis¬≠ar√£o ado¬≠tar princ√≠¬≠pios que respeit¬≠em, respon¬≠dam e val¬≠orizem a escassez de tem¬≠po das pes¬≠soas.

De acor¬≠do com o relat√≥rio, a con¬≠fi¬≠an√ßa est√° basea¬≠da em tr√™s pilares prin¬≠ci¬≠pais:  cred¬≠i¬≠bil¬≠i¬≠dade, relev√Ęn¬≠cia e con¬≠fi¬≠a¬≠bil¬≠i¬≠dade. O estu¬≠do apon¬≠ta que a cred¬≠i¬≠bil¬≠i¬≠dade vem sendo impacta¬≠da frente a um cen√°rio de comu¬≠ni¬≠ca√ß√£o hipersen¬≠s√≠v¬≠el. ‚ÄúNeste novo con¬≠tex¬≠to, os con¬≠sum¬≠i¬≠dores exigem mais respon¬≠s¬≠abil¬≠i¬≠dade, transpar√™n¬≠cia e presta√ß√£o de con¬≠tas, antes de dar sua con¬≠fi¬≠an√ßa. Por¬≠tan¬≠to, as mar¬≠cas pre¬≠cis¬≠ar√£o redo¬≠brar seus esfor√ßos para apare¬≠cem como op√ß√Ķes con¬≠fi√°veis‚ÄĚ, ressalta o dire¬≠tor ger¬≠al.

J√° a relev√Ęn¬≠cia est√° asso¬≠ci¬≠a¬≠da ao uso cor¬≠re¬≠to de dados para o desen¬≠volvi¬≠men¬≠to de exper¬≠i√™n¬≠cias indi¬≠vid¬≠u¬≠al¬≠izadas, √† inte¬≠gra√ß√£o dos recur¬≠sos dig¬≠i¬≠tais a vida cotid¬≠i¬≠ana das pes¬≠soas e ao inves¬≠ti¬≠men¬≠to na cres¬≠cente uti¬≠liza¬≠√ß√£o das assis¬≠tentes dig¬≠i¬≠tais aciona¬≠dos por voz. ‚ÄúEmb¬≠o¬≠ra os profis¬≠sion¬≠ais de mar¬≠ket¬≠ing pos¬≠sam, hoje, aces¬≠sar mais dados do con¬≠sum¬≠i¬≠dor do que nun¬≠ca, pre¬≠cisam avaliar cuida¬≠dosa¬≠mente em quais dev¬≠er√£o se con¬≠cen¬≠trar para aju¬≠dar a mel¬≠ho¬≠rar a exper¬≠i√™n¬≠cia do con¬≠sum¬≠i¬≠dor, online e off-line‚ÄĚ, anal¬≠isa Mosconi.

Con­veniên­cia

A per¬≠cep√ß√£o de qual¬≠i¬≠dade na inter¬≠a√ß√£o do con¬≠sum¬≠i¬≠dor com as mar¬≠cas, seja ela ori¬≠un¬≠da de exper¬≠i√™n¬≠cias pr√≥prias ou de ter¬≠ceiros, √© refer¬≠√™n¬≠cia de con¬≠fi¬≠a¬≠bil¬≠i¬≠dade.  Segun¬≠do o estu¬≠do, a import√Ęn¬≠cia deste fator vem crescen¬≠do, sendo que muitos con¬≠sum¬≠i¬≠dores est√£o dis¬≠pos¬≠tos a pagar mais por uma con¬≠veni√™n¬≠cia maior. A maio¬≠r¬≠ia dos gestores de mar¬≠ket¬≠ing (58%) con¬≠sid¬≠er¬≠am, inclu¬≠sive, que con¬≠stru¬≠ir uma exper¬≠i√™n¬≠cia de mar¬≠ca mais con¬≠ve¬≠niente ir√° ala¬≠van¬≠car mais o cresci¬≠men¬≠to dos neg√≥¬≠cios do que o for¬≠t¬≠alec¬≠i¬≠men¬≠to de mar¬≠ca.

‚ÄúNa era da con¬≠veni√™n¬≠cia, os profis¬≠sion¬≠ais de mar¬≠ket¬≠ing pre¬≠cis¬≠ar√£o equi¬≠li¬≠brar cor¬≠re¬≠ta¬≠mente seus esfor√ßos entre con¬≠stru¬≠ir suas mar¬≠cas e pro¬≠je¬≠tar solu√ß√Ķes alta¬≠mente con¬≠ve¬≠nientes. Eles ter√£o que remover o atri¬≠to em qual¬≠quer lugar onde os con¬≠sum¬≠i¬≠dores se envolvam com a mar¬≠ca: web¬≠site, escrit√≥rios, m√≠dias e platafor¬≠mas de ven¬≠das‚ÄĚ, con¬≠clui Mosconi.

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