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política

Senado aprova Roberto Campos Neto como presidente do BC

 - REVISTA MAISJR

(Crédito: Pedro França / Agência Senado) 

O Plen√°rio da C√Ęmara aprovou, por 55 votos favor√°veis e seis contr√°rios, a nomea√ß√£o de Roberto Campos Neto como presidente do Banco Central. Al√©m de Campos Neto, tamb√©m foram aprovados dois indicados para a diretoria da institui√ß√£o: Bruno Serra Fernandes e Jo√£o Manoel Pinho de Mello.

O economista, escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro¬†em novembro do ano passado, j√° havia sido aprovado em sabatina realizada pela Comiss√£o de Assuntos Econ√īmicos (CAE).¬†Durante a sabatina, Campos Neto defendeu maior autonomia do Banco Central. ‚ÄúA autonomia √© importante porque toda vez que existe um risco em qualquer atividade, se coloca no pre√ßo aquele risco. Se o Banco Central n√£o seguir sua miss√£o, que √© a de controlar pre√ßos e dar estabilidade ao sistema financeiro, quem est√° olhando de fora vai colocar no pre√ßo a probabilidade de haver uma ruptura. Numa linguagem popular, a autonomia vai permitir que, com a mesma infla√ß√£o, o juro seja mais baixo, pois o componente de risco vai ser removido‚ÄĚ, explicou.

Formado em Economia pela Universidade da Calif√≥rnia, em Los Angeles, Roberto Campos trabalhou, entre 1996 e 1999, no Banco Bozano Simonsen, ocupando os cargos de operador de Derivativos de Juros e C√Ęmbio, de D√≠vida Externa, da √°rea de Bolsa de Valores e tamb√©m como executivo da √Ārea de Renda Fixa Internacional. Tamb√©m trabalhou, de 2000 a 2003, como chefe da √°rea de Renda Fixa Internacional no Banco Santander.

No ano de 2004, ocupou a posição de gerente de Carteiras na Claritas Investimentos. Ingressou no Santander em 2005, como operador, e, no ano seguinte, tornou-se chefe do setor de trading. Em 2010, passou a ser responsável pela área de Tesouraria e Formador de Mercado Regional e Internacional.