Crédito

Recursos para financiamento de veículos devem crescer 12,8% em 2019

 - REVISTA MAISJR

Os recursos liberados para o financiamento de veículos devem crescer 12,8% em 2019, totalizando R$ 141,5 bilhões.  A projeção otimista é da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (ANEF), que comemora os resultados obtidos em 2018, quando o os valores totalizaram R$ 125,4 bilhões em 2108, uma alta de 24,1% em relação a 2017, que somou R$ 101 bilhões.

Na avaliação do presidente da ANEF, Luiz Montenegro, a alavancada dos recursos demonstra que os bancos de montadoras e instituições independentes possuem liquidez para atender as demandas do consumidor final e oferecer crédito.

“Após um período de recessão, o financiamento volta a crescer e ser uma possibilidade para quem quer comprar um veículo. Com a queda nas taxas de juros e outros fatores econômicos favoráveis, conseguimos garantir uma previsibilidade que gera mais confiança no consumidor, que voltou a investir novamente na compra de bens com valor agregado mais elevado”, avalia.

CDC

De acordo com dados da ANEF, o crescimento contínuo da procura por crédito refletiu no aumento do saldo das carteiras em 2018. O total foi de R$ 201,6 bilhões, alta de 18,1% comparando com 2017, que foi de R$ 170,7 bilhões. As operações de Crédito Direto ao Consumidor (CDC) aumentaram 18,7%, totalizando  R$ 198,2 bilhões, enquanto as operações de leasing registraram queda de 8,1%, fechando em R$ 3,4 bilhões, contra R$ 3,7 bilhões do ano anterior.

O CDC respondeu por 52% das compras de veículos finalizadas. Logo em seguida, veio o pagamento à vista, com 43%, seguido pelo consórcio (4%) e pelo leasing (1%). O CDC também foi a modalidade mais escolhida pelos compradores de motocicletas, com 41% do volume de negócios. As vendas por consórcio, que deixaram de ser a preferida dos consumidores, responderam por 27%, valor menor do que as compras realizadas à vista, que representaram 32% Já para os veículos pesados, o Finame representa 55% dos contratos, seguido pelo CDC (27%), compras à vista (10%), consórcio (5%) e leasing (3%).

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