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economia

Fundos de criptomoedas ganham do Bitcoin e saltam até 85% no 1º semestre

Apesar de todo o pânico dos investidores a partir de março, as criptomoedas conseguiram deixar rapidamente para trás a crise do coronavírus, com o Bitcoin fechando o semestre com ganhos de 27%, um dos melhores ativos do mundo em rendimento no período.

E neste cenário, os fundos de criptomoedas também registraram ótimos desempenhos nos seis primeiros meses do ano. Porém, por conta das diferentes estratégias e das carteiras com pesos diferentes investidos nos ativos digitais, o que se viu foram desempenhos que variaram de 8% até 85% de alta.

Para o investidor que ainda tem medo de se expor ao mercado de criptoativos, os fundos deste tipo têm se mostrado uma boa opção, já que oferecem um pouco mais de proteção por terem parte do portfólio investida na renda fixa, apesar de acabarem “sacrificando” um pouco do rendimento quando comparados com o investimento direto nos ativos.

O fundo Discovery, criado pela gestora Hashdex, é considerado o mais acessível no momento no Brasil, com investimento mínimo de R$ 500 e taxa de administração de 1% ao ano, sem taxa de performance. Desde o último dia 29 de junho, este fundo está disponível na plataforma da XP Investimentos.

“Acreditamos que todo o investidor deveria ter uma porcentagem, ainda que pequena, de ativos digitais na carteira. O Discovery é uma ótima opção para quem quer começar a investir neste segmento e pode ser considerado como uma porta de entrada para este mercado. Com a parceria firmada com a XP, o investidor pode finalmente ter acesso a ativos digitais de maneira simples e inclusiva”, afirma Marcelo Sampaio, CEO da Hashdex.

Este fundo tem exposição de apenas 20% aos ativos digitais, que no caso é feito por meio do do índice HDAI (Hashdex Digital Assets Index), lançado pela Hashdex e distribuído na bolsa americana Nasdaq. Os 80% restantes são investidos em renda fixa (títulos públicos atrelados ao CDI). Este índice passa por rebalanceamentos trimestrais e tem regras específicas para definir quais ativos farão parte.

No primeiro semestre o fundo registrou ganhos de 14,02%, que apesar de ter perdido do Bitcoin, ainda foi um bom desempenho dado o cenário caótico dos mercados, ganhando por exemplo do Ibovespa, que caiu 17,8%.

Já o fundo com 40% de exposição às criptomoedas, o Explorer, teve ganhos de 27,38% nos seis primeiros meses do ano, ficando próximo do Bitcoin. Voltado para o investidor qualificado, com investimento inicial de R$ 10 mil, este fundo também está disponível na XP.

A terceira opção da Hashdex, que é apenas para o investidor profissional, com investimento mínimo de R$ 100 mil, o fundo Voyager registrou o melhor desempenho da gestora, com ganhos de 63,90% entre janeiro e fim de junho.

Apesar de todo o pânico dos investidores a partir de março, as criptomoedas conseguiram deixar rapidamente para trás a crise do coronavírus, com o Bitcoin fechando o semestre com ganhos de 27%, um dos melhores ativos do mundo em rendimento no período.

E neste cenário, os fundos de criptomoedas também registraram ótimos desempenhos nos seis primeiros meses do ano. Porém, por conta das diferentes estratégias e das carteiras com pesos diferentes investidos nos ativos digitais, o que se viu foram desempenhos que variaram de 8% até 85% de alta.

Para o investidor que ainda tem medo de se expor ao mercado de criptoativos, os fundos deste tipo têm se mostrado uma boa opção, já que oferecem um pouco mais de proteção por terem parte do portfolio investida na renda fixa, apesar de acabarem “sacrificando” um pouco do rendimento quando comparados com o investimento direto nos ativos.

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O fundo Discovery, criado pela gestora Hashdex, é considerado o mais acessível no momento no Brasil, com investimento mínimo de R$ 500 e taxa de administração de 1% ao ano, sem taxa de performance. Desde o último dia 29 de junho, este fundo está disponível na plataforma da XP Investimentos.

“Acreditamos que todo o investidor deveria ter uma porcentagem, ainda que pequena, de ativos digitais na carteira. O Discovery é uma ótima opção para quem quer começar a investir neste segmento e pode ser considerado como uma porta de entrada para este mercado. Com a parceria firmada com a XP, o investidor pode finalmente ter acesso a ativos digitais de maneira simples e inclusiva”, afirma Marcelo Sampaio, CEO da Hashdex.

Este fundo tem exposição de apenas 20% aos ativos digitais, que no caso é feito por meio do do índice HDAI (Hashdex Digital Assets Index), lançado pela Hashdex e distribuído na bolsa americana Nasdaq. Os 80% restantes são investidos em renda fixa (títulos públicos atrelados ao CDI). Este índice passa por rebalanceamentos trimestrais e tem regras específicas para definir quais ativos farão parte (clique aqui para saber mais).

No primeiro semestre o fundo registrou ganhos de 14,02%, que apesar de ter perdido do Bitcoin, ainda foi um bom desempenho dado o cenário caótico dos mercados, ganhando por exemplo do Ibovespa, que caiu 17,8%.

Já o fundo com 40% de exposição às criptomoedas, o Explorer, teve ganhos de 27,38% nos seis primeiros meses do ano, ficando próximo do Bitcoin. Voltado para o investidor qualificado, com investimento inicial de R$ 10 mil, este fundo também está disponível na XP.

A terceira opção da Hashdex, que é apenas para o investidor profissional, com investimento mínimo de R$ 100 mil, o fundo Voyager registrou o melhor desempenho da gestora, com ganhos de 63,90% entre janeiro e fim de junho.

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