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Em cidade belga, rob√ī verifica temperatura e uso de m√°scara 

Quan¬≠do os pacientes bel¬≠gas que temem ter sido con¬≠t¬≠a¬≠m¬≠i¬≠na¬≠dos pelo coro¬≠n¬≠av√≠rus com¬≠pare¬≠cem ao hos¬≠pi¬≠tal uni¬≠ver¬≠sit√°rio da cidade da Antu√©r¬≠pia, o primeiro ros¬≠to que obser¬≠vam n√£o √© o de uma enfer¬≠meira de m√°s¬≠cara, e sim o de um rob√ī.

O apar¬≠el¬≠ho, con¬≠stru√≠¬≠do pela empre¬≠sa bel¬≠ga Zorabots, sa√ļ¬≠da os rec√©m-chega¬≠dos e l√™ os dados do paciente pro¬≠por¬≠ciona¬≠dos por um ques¬≠tion√°rio preenchi¬≠do pelo poten¬≠cial enfer¬≠mo.

O rob√ī mede a tem¬≠per¬≠atu¬≠ra da pes¬≠soa e asse¬≠gu¬≠ra que ela usa a m√°s¬≠cara de maneira cor¬≠re¬≠ta, antes de avaliar a prob¬≠a¬≠bil¬≠i¬≠dade e a gravi¬≠dade da infec√ß√£o, com o envio para o local apro¬≠pri¬≠a¬≠do da cl√≠ni¬≠ca.

O proces¬≠so n√£o √© um diag¬≠n√≥s¬≠ti¬≠co, mas uma eta¬≠pa √ļtil que reduz os con¬≠tatos da equipe m√©di¬≠ca com pacientes poten¬≠cial¬≠mente infec¬≠ta¬≠dos antes de serem inter¬≠na¬≠dos no hos¬≠pi¬≠tal.

‚ÄúSe o paciente tem uma tem¬≠per¬≠atu¬≠ra ele¬≠va¬≠da ou n√£o usa a m√°s¬≠cara cor¬≠re¬≠ta¬≠mente, na tela aparece a men¬≠sagem: ‚Äėvoc√™ tem um prob¬≠le¬≠ma, n√£o pode entrar dire¬≠ta¬≠mente no

‚ÄúEnt√£o, a pes¬≠soa deve ser exam¬≠i¬≠na¬≠da. O rob√ī nun¬≠ca tra¬≠bal¬≠ha soz¬≠in¬≠ho, sem¬≠pre atua em apoio a um fun¬≠cion√°rio do hos¬≠pi¬≠tal‚ÄĚ, com¬≠ple¬≠tou.

No per√≠o¬≠do de pro¬≠gres¬≠si¬≠vo retorno √† nor¬≠mal¬≠i¬≠dade, ap√≥s um lon¬≠go con¬≠fi¬≠na¬≠men¬≠to da pop¬≠u¬≠la√ß√£o, ‚Äúmuitas pes¬≠soas dev¬≠er√£o ser sub¬≠meti¬≠das a testes‚ÄĚ, disse Fab¬≠rice Gof¬≠fin, um dos dire¬≠tores da Zorabots.

Com mais de 9.000 mortes, a B√©l¬≠gi¬≠ca tem uma das taxas de letal¬≠i¬≠dade mais ele¬≠vadas do mun¬≠do por n√ļmero de habi¬≠tantes.

Mas o n√ļmero deve ser exam¬≠i¬≠na¬≠do com cautela porque a B√©l¬≠gi¬≠ca inclui em seu bal¬≠an√ßo casos n√£o con¬≠fir¬≠ma¬≠dos com teste, ape¬≠nas sus¬≠peitos, quan¬≠do uma pes¬≠soa morre em uma casa de repouso na qual foram detec¬≠ta¬≠dos casos de coro¬≠n¬≠av√≠rus.

Por: AFP

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