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economia

Dólar tem alta de 0,63% e fecha o dia em R$ 5,386

Num dia mar­ca­do pelo pes­simis­mo nos mer­ca­dos inter­na­cionais e pela testagem pos­i­ti­va do pres­i­dente Jair Bol­sonaro para a Covid-19, o dólar subiu e a bol­sa de val­ores, que ontem (6) tin­ha fecha­do no maior nív­el em qua­tro meses, caiu. O dólar com­er­cial fechou esta terça-feira (7) ven­di­do a R$ 5,386, com alta de R$ 0,034 (+0,63%).

A divisa oper¬≠ou em que¬≠da durante toda a man¬≠h√£, mas rever¬≠teu o movi¬≠men¬≠to no in√≠¬≠cio da tarde, min¬≠u¬≠tos depois do an√ļn¬≠cio do resul¬≠ta¬≠do pos¬≠i¬≠ti¬≠vo do exame do pres¬≠i¬≠dente. Na m√≠n¬≠i¬≠ma do dia, por vol¬≠ta das 11h, a cota√ß√£o esta¬≠va em R$ 5,29. O d√≥lar acu¬≠mu¬≠la alta de 34,2% em 2020.

O euro com­er­cial fechou o dia ven­di­do a R$ 6,083, com alta de 0,39%. A libra ester­li­na com­er­cial subiu 1,1% e encer­rou ven­di­da a R$ 6,766.

Bolsa

Depois de qua¬≠tro altas con¬≠sec¬≠u¬≠ti¬≠vas, o mer¬≠ca¬≠do de a√ß√Ķes teve um dia de per¬≠das. O √≠ndice Iboves¬≠pa, da B3 (a bol¬≠sa de val¬≠ores brasileira), encer¬≠rou esta ter√ßa aos 97.761 pon¬≠tos, com recuo de 1,19%. O indi¬≠cador seguiu as prin¬≠ci¬≠pais bol¬≠sas inter¬≠na¬≠cionais. O √≠ndice Dow Jones, da Bol¬≠sa de Nova York, fechou o dia com recuo de 1,51%.

Antes da divul¬≠ga√ß√£o do resul¬≠ta¬≠do do exame, a bol¬≠sa esta¬≠va em que¬≠da. O ressurg¬≠i¬≠men¬≠to de focos do novo coro¬≠n¬≠av√≠rus em v√°rios pa√≠s¬≠es da Europa ‚Äď como Reino Unido e Espan¬≠ha ‚Äď e em v√°rios esta¬≠dos norte-amer¬≠i¬≠canos e a divul¬≠ga√ß√£o de pro¬≠je√ß√Ķes econ√īmi¬≠cas dete¬≠ri¬≠o¬≠raram as expec¬≠ta¬≠ti¬≠vas dos investi¬≠dores.

Hoje, a Comis­são Europeia revi­sou, de 7,7% para 8,7%, a pro­jeção de con­tração do Pro­du­to Inter­no Bru­to (PIB) da zona do euro. Para 2021, a esti­ma­ti­va de cresci­men­to foi reduzi­da de 6,3% para 6,1%.

H√° v√°rias sem¬≠anas, mer¬≠ca¬≠dos finan¬≠ceiros em todo o plan¬≠e¬≠ta atrav¬≠es¬≠sam um per√≠o¬≠do de ner¬≠vo¬≠sis¬≠mo por causa da recess√£o glob¬≠al provo¬≠ca¬≠da pelo agrava¬≠men¬≠to da pan¬≠demia do novo coro¬≠n¬≠av√≠rus. Nos √ļlti¬≠mos dias, os inves¬≠ti¬≠men¬≠tos t√™m oscila¬≠do entre pos¬≠s√≠veis gan¬≠hos com o relax¬≠am¬≠en¬≠to de restri√ß√Ķes em v√°rios pa√≠s¬≠es da Europa e em regi√Ķes dos Esta¬≠dos Unidos e con¬≠tratem¬≠pos no com¬≠bate √† doen√ßa.

Edição: Aline Leal

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