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A menor demanda, contrapondo com o maior custo, deve fazer com que as passagens aéreas tenham forte impacto nos preços, quando o mundo sair da quarentena sem precedentes. Os novos protocolos de companhias aéreas para impedir a propagação do novo coronavírus, incluem desde a redução do número de assentos nos voos – na tentativa de diminuir o risco de contágio – ao reforço nos procedimentos de limpeza das aeronaves.

Algumas companhias estão bloqueando assentos centrais nas cabines, o que gera menor otimização dos lugares disponíveis nos aviões. Outra medida tem sido o embarque de passageiros começando pelos lugares do fundo, para reduzir o contato entre as pessoas já nessa etapa da viagem.

Essas medidas funcionam em meio ao número reduzido de passageiros nos voos, durante a pandemia, mas também significam menor receito para as empresas. Analistas do setor já afirmam que, no período seguinte à pandemia, voar ficará mais caro e difícil por tempo indeterminado. Há uma previsão da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), de que as passagens poderão chegar a 50% do preço atual.

Foto: Reprodução