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1.0 - RADAReconomia

Confiança do consumidor paulista cresce 10 pontos em outubro

Índice de Confiança de São Paulo (IC-SP) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou 81 pontos em outubro no Estado de São Paulo, uma elevação de 10 pontos em relação a setembro (71) e de 23 pontos frente a outubro do ano passado (58). É o maior patamar desde maio de 2015, quando o indicador marcou 86 pontos. A pesquisa foi feita entre 8 e 14 de outubro em todas as regiões paulistas, ou seja, no intervalo entre o primeiro e o segundo turno das eleições.

Para o presidente da ACSP, Alencar Burti, os dados da pesquisa de outubro refletem a retomada da indústria, que tem contratado mais. Outro fator que impulsionou  o índice, na avaliação de Burti,  foi  a realização do primeiro turno das eleições, que diminuiu a incerteza política do eleitorado do estado”.

O índice de  confiança dos brasileiros ficou próxima ao patamar registrado em  São Paulo, com 82 pontos em outubro, mas cresceu bem menos nos contrastes com setembro (78) com outubro do ano passado (73), Em ambas as pesquisas, a margem de erro é de três pontos. “Tradicionalmente a confiança de SP ficava abaixo da média nacional e agora os índices se igualaram”, analisa Burti.

O IC-SP registrou, também,  melhora na avaliação do consumidor em relação à economia da região nos próximos seis meses. Em outubro, 24 % acreditavam no fortalecimento da economia, enquanto que  em setembro, a parcela era de 19%. Sobre avaliação da situação financeira pessoal nos próximos seis meses, em setembro 40% apostavam que melhoraria e em outubro eram 45%.

O IC-SP também detectou que os paulistas estão mais seguros no emprego; em setembro 59% estavam pouco confiantes e no mês seguinte a parcela caiu para 52%. Os seguros no emprego passaram de 20% para 24% , na mesma base de comparação. Além disso, em setembro, 78% dos entrevistados conheciam alguém que perdeu o emprego nos últimos seis meses e em outubro caiu para 73%. Os que não conhecem passaram de 21% para 26%.. Por fim, 48% dos paulistas temiam ser demitidos em setembro e em outubro eram 40%. Os que não creem nessa possibilidade somaram 24% e 28% na passagem de um mês para outro.

Foto: Divulgação

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