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economia

Minist√©rio da Economia eleva previs√£o de deficit prim√°rio para R$ 787,4 bilh√Ķes

O Min¬≠ist√©rio da Econo¬≠mia elevou para R$ 787,45 bil¬≠h√Ķes a pre¬≠vis√£o para este ano do deficit prim√°rio do gov¬≠er¬≠no cen¬≠tral (Tesouro Nacional, Ban¬≠co Cen¬≠tral e Pre¬≠v¬≠id√™n¬≠cia Social), ante a esti¬≠ma¬≠ti¬≠va ante¬≠ri¬≠or de R$ 540,5 bil¬≠h√Ķes. Os c√°l¬≠cu¬≠los est√£o no 3¬ļ Relat√≥rio Bimes¬≠tral de Avali¬≠a√ß√£o de Receitas e Despe¬≠sas, divul¬≠ga¬≠do nes¬≠ta quar¬≠ta-feira (22).

Os relatórios bimes­trais são exigên­cia legal e aux­il­iam na elab­o­ração das pro­postas de Lei de Dire­trizes Orça­men­tárias (LDO) e de Lei Orça­men­tária Anu­al (LOA).

Em abril, ao enviar o pro¬≠je¬≠to da LDO de 2021 (PLN 9/2020), o Poder Exec¬≠u¬≠ti¬≠vo infor¬≠mou ao Con¬≠gres¬≠so sobre a neces¬≠si¬≠dade de atu¬≠al¬≠iza¬≠√ß√£o dos dados dev¬≠i¬≠do aos efeitos da pan¬≠demia do novo coro¬≠n¬≠av√≠rus. Para o Min¬≠ist√©rio da Econo¬≠mia, a que¬≠da na arrecada√ß√£o n√£o foi t√£o pro¬≠nun¬≠ci¬≠a¬≠da como se esper¬≠a¬≠va. ‚ÄúO fun¬≠do do po√ßo foi em abril‚ÄĚ, disse o secret√°rio espe¬≠cial de Fazen¬≠da, Waldery Rodrigues.

Em entre¬≠vista, a equipe econ√īmi¬≠ca tam¬≠b√©m detal¬≠hou as medi¬≠das de apoio aos entes fed¬≠er¬≠a¬≠dos em raz√£o da pan¬≠demia.

Meta e teto

O Con¬≠gres¬≠so Nacional recon¬≠heceu o esta¬≠do de calami¬≠dade p√ļbli¬≠ca no pa√≠s em decor¬≠r√™n¬≠cia da pan¬≠demia e, com isso, dis¬≠pen¬≠sou o cumpri¬≠men¬≠to da meta fis¬≠cal em 2020 ‚ÄĒ um deficit prim√°rio de R$ 124,1 bil¬≠h√Ķes. J√° a Emen¬≠da Con¬≠sti¬≠tu¬≠cional 106 criou o ‚Äúor√ßa¬≠men¬≠to de guer¬≠ra‚ÄĚ para o enfrenta¬≠men¬≠to da covid-19 e flex¬≠i¬≠bi¬≠li¬≠zou out¬≠ras regras fis¬≠cais.

O teto dos gas¬≠tos p√ļbli¬≠cos, por√©m, est√° man¬≠ti¬≠do em 2020, ape¬≠sar de a pan¬≠demia provo¬≠car redu√ß√£o de receitas e aumen¬≠to em despe¬≠sas. O lim¬≠ite neste ano √© de R$ 1,454 tril¬≠h√£o. Pelos dados do ter¬≠ceiro bimestre, o val¬≠or pro¬≠je¬≠ta¬≠do pela equipe econ√īmi¬≠ca est√° em R$ 1,452 tril¬≠h√£o, indi¬≠can¬≠do uma ‚Äúsobra‚ÄĚ de aprox¬≠i¬≠mada¬≠mente R$ 2,8 bil¬≠h√Ķes.

Recuo no PIB
O relat√≥rio man¬≠teve a expec¬≠ta¬≠ti¬≠va um recuo de 4,7% no pro¬≠du¬≠to inter¬≠no bru¬≠to (PIB), a soma dos bens e servi√ßos pro¬≠duzi¬≠dos no ano. A mas¬≠sa salar¬≠i¬≠al nom¬≠i¬≠nal poder√° encol¬≠her 3,7% ‚ÄĒ pio¬≠ra em rela√ß√£o ao trimestre ante¬≠ri¬≠or (2,9%).

A pre¬≠vis√£o de infla√ß√£o, medi¬≠da pelo √ćndice de Pre√ßos ao Con¬≠sum¬≠i¬≠dor Amp¬≠lo (IPCA), baixou de 1,8% para 1,6%.

Fonte: Agên­cia Sena­do

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