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economiaviagem

Fim dos vistos para turistas dos Estados Unidos, Austr√°lia, Canad√° e Jap√£o

 - REVISTA MAISJR

(Cr√©di¬≠to: Divul¬≠ga√ß√£o) 

Cidad√£os amer¬≠i¬≠canos, aus¬≠tralianos, canadens¬≠es e japone¬≠ses, que dese¬≠jam con¬≠hecer o Brasil, poder√£o entrar no pa√≠s sem a neces¬≠si¬≠dade de vis¬≠to. O decre¬≠to, pub¬≠li¬≠ca¬≠do no Di√°rio Ofi¬≠cial nes¬≠sa sem¬≠ana, pas¬≠sa a vig¬≠o¬≠rar no pra¬≠zo de 90 dias, ou seja, a par¬≠tir de 17 de junho.De acor¬≠do com o tex¬≠to, a isen√ß√£o do doc¬≠u¬≠men¬≠to con¬≠tem¬≠pla vis¬≠i¬≠tantes que pos¬≠suem pas¬≠s¬≠aporte v√°li¬≠do com via¬≠gens para fins de tur¬≠is¬≠mo de laz¬≠er e de neg√≥¬≠cios, real¬≠iza¬≠√ß√£o de ativi¬≠dades art√≠s¬≠ti¬≠cas ou desporti¬≠vas ou em situ¬≠a√ß√Ķes excep¬≠cionais por inter¬≠esse nacional. A ini¬≠cia¬≠ti¬≠va √© v√°l¬≠i¬≠da tam¬≠b√©m para tur¬≠is¬≠tas em tr√Ęn¬≠si¬≠to no Brasil.

A medi¬≠da, ban¬≠deira anti¬≠ga do Min¬≠ist√©rio do Tur¬≠is¬≠mo, tem como obje¬≠ti¬≠vo ampli¬≠ar o n√ļmero de tur¬≠is¬≠tas estrangeiros no pa√≠s. A expec¬≠ta¬≠ti¬≠va  √© de que  o pa√≠s atin¬≠ja a mar¬≠ca de 12 mil¬≠h√Ķes de vis¬≠i¬≠tantes estrangeiros at√© 2022, con¬≠tra os atu¬≠ais 6, 6 mil¬≠h√Ķes. A meta esta¬≠b¬≠ele¬≠ci¬≠da pelo Plano Nacional de Tur¬≠is¬≠mo 2018‚Äď2022 tem como obje¬≠ti¬≠vo reduzir o d√©ficit cam¬≠bial do setor que, ape¬≠nas em 2017, ficou em US$ 13,2 bil¬≠h√Ķes.

‚ÄúEste √© um momen¬≠to hist√≥ri¬≠co para o tur¬≠is¬≠mo brasileiro e temos a certeza de que ele rep¬≠re¬≠sen¬≠ta a mudan√ßa no pata¬≠mar do pa√≠s entre os grandes des¬≠ti¬≠nos tur√≠s¬≠ti¬≠cos mundi¬≠ais. Nos¬≠so setor re√ļne todas as condi√ß√Ķes para con¬≠tribuir com o cresci¬≠men¬≠to econ√īmi¬≠co do pa√≠s por meio da ger¬≠a√ß√£o de emprego e ren¬≠da e em breve ter¬≠e¬≠mos bons resul¬≠ta¬≠dos para apre¬≠sen¬≠tar‚ÄĚ, afir¬≠mou o min¬≠istro do Tur¬≠is¬≠mo, Marce¬≠lo √Ālvaro Ant√īnio.

Pro­je­to pilo­to

Os qua¬≠tro pa√≠s¬≠es con¬≠tem¬≠pla¬≠dos com a isen√ß√£o de vis¬≠to fiz¬≠er¬≠am parte de um pro¬≠je¬≠to pilo¬≠to,  ini¬≠ci¬≠a¬≠do em 2017,  que implan¬≠tou o vis¬≠to eletr√īni¬≠co para quem dese¬≠jasse vis¬≠i¬≠tar o Brasil. Segun¬≠do a Orga¬≠ni¬≠za¬≠√ß√£o Mundi¬≠al do Tur¬≠is¬≠mo (OMT), medi¬≠das de facil¬≠i¬≠ta√ß√£o de vis¬≠to podem ampli¬≠ar em 25% o fluxo de tur¬≠is¬≠tas nos pa√≠s¬≠es que ado¬≠tam a pr√°ti¬≠ca.

No Brasil, os resul¬≠ta¬≠dos foram ain¬≠da mel¬≠hores. Em ape¬≠nas um ano de fun¬≠ciona¬≠men¬≠to do vis¬≠to eletr√īni¬≠co, hou¬≠ve aumen¬≠to de 35,23% nas emis¬≠s√Ķes de vis¬≠tos (eletr√īni¬≠cos e tradi¬≠cionais), con¬≠sideran¬≠do o fluxo dos qua¬≠tro pa√≠s¬≠es con¬≠tem¬≠pla¬≠dos. Se ess¬≠es vis¬≠tos se con¬≠vert¬≠erem em viagem, a expec¬≠ta¬≠ti¬≠va √© de um impacto total de US$ 1 bil¬≠h√£o na econo¬≠mia brasileira.

A pres¬≠i¬≠dente da Embratur, Tet√© Bez¬≠er¬≠ra, desta¬≠ca a import√Ęn¬≠cia da isen√ß√£o para o aumen¬≠to do fluxo tur√≠s¬≠ti¬≠co no Brasil. ‚ÄúA facil¬≠i¬≠ta√ß√£o des¬≠buro¬≠c¬≠ra¬≠ti¬≠za proces¬≠sos e acom¬≠pan¬≠ha uma tend√™n¬≠cia de mer¬≠ca¬≠do que ates¬≠ta que, cada vez mais, os tur¬≠is¬≠tas inter¬≠na¬≠cionais t√™m procu¬≠ra¬≠do des¬≠ti¬≠nos mais acess√≠veis. Essa √© uma das pri¬≠or¬≠i¬≠dades do gov¬≠er¬≠no brasileiro, pois estu¬≠dos com¬≠pro¬≠vam que dev¬≠er√° haver mais tur¬≠is¬≠tas, mais receitas e empre¬≠gos no Pa√≠s. Toda a cadeia tur√≠s¬≠ti¬≠ca gan¬≠ha‚ÄĚ, declar¬≠ou.

 

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