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3.0 - NEG√ďCIOS

10 dicas para começar 2017 com o pé direito nas finanças

O ano de 2016 foi um per√≠odo dif√≠cil para muitos brasileiros: com os altos √≠ndices de desemprego e infla√ß√£o, reduzir gastos e manter as contas em dia n√£o foram tarefas simples. Tanto para quem se empolgou nos gastos e ultrapassou os limites do pr√≥prio sal√°rio, quanto √†queles que acumularam d√≠vidas por conta de demiss√Ķes, uma palavra √© a chave para um ano com mais sustentabilidade, equil√≠brio e sa√ļde financeira: organiza√ß√£o.

Como é possível organizar-se, na prática? Por onde se deve começar? Primeiramente, recomenda-se a identificação das despesas realizadas durante o mês e sua classificação em três categorias: gastos que devem ser mantidos; despesas que necessitam de redução; e custos a serem eliminados.

Depois dessa tarefa, consumidores de todas as faixas de renda podem garantir muitos benef√≠cios para o pr√≥prio perfil financeiro. Veja dez atitudes fundamentais a serem seguidas ap√≥s a fase de ‚Äúclassifica√ß√£o‚ÄĚ das despesas:

1) Mude de gastador para investidor. Invista somente em comprar o que realmente precisa e que vai levá-lo a um propósito de mais realização.

2) Caso esteja com dívidas, não se desespere, apenas se responsabilize. Parece difícil, mas assim como elas foram criadas, podem ser solucionadas ao longo do tempo.

3) Coloque as dívidas em ordem de prioridade. A organização pode variar: da mais cara para a mais barata, ou da mais fácil de pagar para mais difícil, por exemplo. O importante é ter em mente que, à medida que paga uma dívida, a autoestima tende a melhorar e, com isso, a motivação para continuar liquidando débitos também cresce.

4) Negocie com seus credores. Se n√£o √© poss√≠vel pagar a d√≠vida completa de uma s√≥ vez, converse com seus credores para averiguar um valor a ser pago mensalmente. Dessa forma, √© poss√≠vel evitar o ac√ļmulo ainda maior de juros e o efeito ‚Äúbola de neve‚ÄĚ sobre as d√≠vidas atuais.

5) Afaste-se de cr√©ditos que o deixam ainda mais endividado. Empr√©stimos, cheque especial e cart√£o de cr√©dito parecem excelentes alternativas quando o sal√°rio acaba, mas os altos juros que exigem n√£o colaboram em nada quando o assunto √© redu√ß√£o de d√≠vidas, uma vez que o ‚Äúpagamento m√≠nimo‚ÄĚ de faturas ou at√© mesmo a realiza√ß√£o de gastos maiores do que o pr√≥prio sal√°rio s√£o facilmente atingidos ‚Äď colaborando para aumentar ainda mais o volume de d√≠vidas.

6) Avalie o que você já possui. Compradores compulsivos geralmente gastam montantes abusivos em itens que são facilmente esquecidos instantes após a compra. Para não cair nessa armadilha, organize tudo o que é prioridade no seu dia a dia e avalie o que realmente é necessário adquirir.

7) Identifique novas oportunidades de gerar receita. Desde a venda de artigos usados at√© a busca por novas oportunidades de emprego, √© fundamental estar atento √†s novas chances que podem surgir para conseguir fazer o dinheiro durar at√© o final do m√™s. Negociar descontos e condi√ß√Ķes especiais de pagamento tamb√©m √© uma √≥tima oportunidade nesse caminho.

8) Cuide do seu cr√©dito para n√£o voltar a se endividar. Depois de saldar as d√≠vidas, continue mantendo a casa em ordem para n√£o perder de vista o limite de gastos. Tenha sempre em mente que seu cr√©dito √© seu patrim√īnio.

9) Fa√ßa seu dinheiro trabalhar por voc√™. Depois de saldar as d√≠vidas, tenha sempre em mente um valor fixo a ser aplicado em algum tipo de investimento. Nesse caminho, a periodicidade √© mais importante do que a quantidade: mesmo que pare√ßa insignificante investir com retornos que muitas vezes n√£o passam de centavos, n√£o perca o foco e continue guardando seu patrim√īnio.

10) Tenha disciplina e foco até alcançar o objetivo de gastar menos do que ganha. A principal estratégia não está em quanto se ganha, mesmo diante de crises. E sim encontrar o equilíbrio entre o que se ganha, investe e se gasta.

Foto: Reprodução

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