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Legislaçãosão paulo

São Paulo: título de eleitor ganha novo formato

O títu­lo de eleitor em novo for­ma­to começará a ser entregue em todos os pos­tos do Poupatem­po do Esta­do de São Paulo a par­tir deste mês.

O doc­u­men­to será impres­so em papel sul­fite bran­co com dados de fil­i­ação do eleitor e códi­go de val­i­dação (QR Code) no lugar da assi­natu­ra.

A mudan√ßa na for¬≠ma de emis¬≠s√£o atende res¬≠olu√ß√£o N¬ļ 23.562, de 22 de mar√ßo de 2018 do Tri¬≠bunal Supe¬≠ri¬≠or Eleitoral (TSE).

Para ter aces¬≠so √† ver¬≠s√£o dig¬≠i¬≠tal do t√≠tu¬≠lo, o eleitor pre¬≠cisa ter os dados do doc¬≠u¬≠men¬≠to, ap√≥s as infor¬≠ma√ß√Ķes terem sido proces¬≠sadas pela Justi√ßa Eleitoral.

O aplica¬≠ti¬≠vo e‚ÄĎT√≠tulo para celu¬≠lares est√° dispon√≠v¬≠el gra¬≠tuita¬≠mente nas lojas App Store (sis¬≠tema IOS) ou Google Play (sis¬≠tema Android). Bas¬≠ta preencher os dados na p√°gi¬≠na ini¬≠cial.

Nos pos­tos Poupatem­po, a mudança já começou em fase de testes na unidade San­to Amaro, em São Paulo, e, a par­tir deste mês, pas­sa a valer para todas as unidades que prestam serviços eleitorais no esta­do. O mod­e­lo do títu­lo eleitoral ante­ri­or, nas cores verde e bran­ca, per­manece váli­do, poden­do ser emi­ti­do enquan­to hou­ver disponi­bil­i­dade de mate­r­i­al nas unidades da Justiça Eleitoral.

Postos

Os pos­tos Poupatem­po que prestam serviços eleitorais são os de Ita­que­ra, Lapa, San­to Amaro e Sé na cap­i­tal paulista e tam­bém os de Cara­picuí­ba, Diade­ma, Fran­ca, Guarul­hos, Mauá, Mogi das Cruzes, Osas­co, San­to André, Soro­ca­ba e São Bernar­do do Cam­po.

Para ser aten­di­do nas unidades do Poupatem­po ou do TRE é necessário agen­dar horário.

O eleitor deve levar: doc­u­men­to ofi­cial de iden­ti­fi­cação (RG, carteira de tra­bal­ho, carteira profis­sion­al emi­ti­da por órgão cri­a­do por lei fed­er­al, cer­tidão de nasci­men­to ou de casa­men­to); com­pro­vante de residên­cia (con­tas de água, luz, tele­fone, celu­lar ou bancárias, con­tendo nome e endereço e com data de até três meses); e títu­lo eleitoral, caso o ten­ha.

Caso o eleitor dese­je, pode incluir seu nome social no doc­u­men­to, isto é, a des­ig­nação pela qual a pes­soa que é trav­es­ti ou tran­sex­u­al se iden­ti­fi­ca e é social­mente recon­heci­da.

No Títu­lo Eleitoral con­stará ape­nas o nome social; o nome civ­il per­manecerá no cadas­tro para fins admin­is­tra­tivos.

 

(Crédi­to: Agên­cia Brasil)

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