Negóciospolítica

Casos como a lava jato reforçam a necessidade do comitê de governança tributária nas empresas

Faz algum tempo que profissionais do Direito, contadores, administradores e de várias outras áreas tentam criar mecanismos para reduzir casos de corrupção nas empresas, em especial no que diz respeito a tributos. Casos recentes e de grande repercussão demonstram que há a necessidade de construir meios de controle mais eficazes e que detectem logo no início problemas desse tipo.

Com olhos nesses obstáculos, se viu na Governança Tributária mecanismos internos que toda empresa deveria ter e que têm como papel principal a transparência da gestão fiscal através de coordenação, controle e revisão, um instrumento a favor do empresário.

Para que ela seja colocada em prática, é preciso que cada organização tenha um comitê, atribuindo funções e sendo responsável pela aplicação dos controles e boas práticas, que devem ser codificados e inseridos nos processos gerenciais da companhia.

“É inevitável a implantação da governança tributária e do comitê, pois as empresas estão cada vez maiores e mais complexas, e sem controles e normas que tornem os processos tributários transparentes e eficazes, infelizmente isso contribui para que haja casos de corrupção”, diz a advogada tributarista e diretora do IBPT Educação, Letícia do Amaral.

 - REVISTA MAISJR

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