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política

Auxílio emergencial poderá ter quarta parcela

O pres­i­dente Jair Bol­sonaro afir­mou que o gov­er­no deve pro­por uma quar­ta parcela do auxílio emer­gen­cial, atual­mente em R$ 600, mas que o val­or ain­da está em estu­do pelo gov­er­no, que poderá reduzi-lo.

‚ÄúN√≥s j√° estu¬≠damos uma quar¬≠ta parcela com o Paulo Guedes. Est√° definin¬≠do o val¬≠or, para ter uma tran¬≠si√ß√£o grada¬≠ti¬≠va e que a gente espera que a econo¬≠mia volte a fun¬≠cionar‚ÄĚ, afir¬≠mou o pres¬≠i¬≠dente durante sua live sem¬≠anal, trans¬≠mi¬≠ti¬≠da pelas redes soci¬≠ais.

aux√≠lio emer¬≠gen¬≠cial pre¬≠v√™ o paga¬≠men¬≠to de tr√™s parce¬≠las de R$ 600 para tra¬≠bal¬≠hadores infor¬≠mais, inte¬≠grantes do Bol¬≠sa Fam√≠lia e pes¬≠soas de baixa ren¬≠da. De acor¬≠do com a Caixa Econ√īmi¬≠ca Fed¬≠er¬≠al, cer¬≠ca de 59 mil¬≠h√Ķes de pes¬≠soas j√° rece¬≠ber¬≠am o bene¬≠f√≠¬≠cio. Cada parcela do aux√≠lio emer¬≠gen¬≠cial cus¬≠ta aos cofres p√ļbli¬≠cas cer¬≠ca de R$ 48 bil¬≠h√Ķes.

Mais cedo, o pres¬≠i¬≠dente da C√Ęmara dos Dep¬≠uta¬≠dos, Rodri¬≠go Maia (DEM-RJ), defend¬≠eu a per¬≠man√™n¬≠cia por mais tem¬≠po do paga¬≠men¬≠to do aux√≠lio emer¬≠gen¬≠cial, man¬≠ten¬≠do-se o val¬≠or de R$ 600.

Carteira verde e amarela

Bol¬≠sonaro disse que, ap√≥s a pan¬≠demia da Covid-19, uma das pri¬≠or¬≠i¬≠dades do gov¬≠er¬≠no, na √°rea econ√īmi¬≠ca, ser√° a retoma¬≠da do pro¬≠je¬≠to da chama¬≠da Carteira de Tra¬≠bal¬≠ho Verde e Amarela, pro¬≠gra¬≠ma do gov¬≠er¬≠no que flex¬≠i¬≠bi¬≠liza dire¬≠itos tra¬≠bal¬≠his¬≠tas como for¬≠ma de facil¬≠i¬≠tar novas con¬≠trata√ß√Ķes. Segun¬≠do o pres¬≠i¬≠dente, o assun¬≠to est√° sendo trata¬≠do com o min¬≠istro da Econo¬≠mia, Paulo Guedes.

‚ÄúO Paulo Guedes quer dar uma flex¬≠i¬≠bi¬≠liza¬≠da para facil¬≠i¬≠tar a empre¬≠ga¬≠bil¬≠i¬≠dade. A gente vai pre¬≠cis¬≠ar dis¬≠so, n√£o adi¬≠anta falar que tem todos o dire¬≠itos e n√£o ter emprego pela frente. S√≥ tem uma maneira: des¬≠oner¬≠ar, descom¬≠plicar, sim¬≠pli¬≠ficar a quest√£o tra¬≠bal¬≠hista‚ÄĚ, afir¬≠mou.

A Medi­da Pro­visória 905, que criou o Pro­gra­ma Verde Amare­lo, para facil­i­tar a con­tratação de jovens entre 18 a 29 anos, perdeu a val­i­dade antes de ser aprova­da pelo Con­gres­so, em abril.

Privatiza√ß√Ķes

Sobre pri¬≠va¬≠ti¬≠za¬≠√ß√Ķes de estatais, o pres¬≠i¬≠dente disse que o gov¬≠er¬≠no esper¬≠ar avan√ßar com essa agen¬≠da ap√≥s o fim da pan¬≠demia, mas ressaltou as difi¬≠cul¬≠dades para aprova√ß√£o no Par¬≠la¬≠men¬≠to.

‚ÄúEsta¬≠mos sim bus¬≠can¬≠do pri¬≠va¬≠ti¬≠zar mui¬≠ta coisa, mas n√£o √© f√°cil. Tem empre¬≠sas que obri¬≠ga¬≠to¬≠ri¬≠a¬≠mente pas¬≠sam pelo Con¬≠gres¬≠so, vai ter rea√ß√£o‚ÄĚ, disse. Uma das empre¬≠sas que Bol¬≠sonaro disse que ser√° pri¬≠va¬≠ti¬≠za¬≠da s√£o os Cor¬≠reios.

Ape¬≠sar de quer¬≠er acel¬≠er¬≠ar as pri¬≠va¬≠ti¬≠za¬≠√ß√Ķes, o pres¬≠i¬≠dente afir¬≠mou que algu¬≠mas estatais, con¬≠sid¬≠er¬≠adas estrat√©g¬≠i¬≠cas, n√£o v√£o ser ven¬≠di¬≠das, e citou nom¬≠i¬≠nal¬≠mente os casos do Ban¬≠co do Brasil, da Caixa Econ√īmi¬≠ca Fed¬≠er¬≠al, o ‚Äún√ļcleo‚ÄĚ da Petro¬≠bras e a Casa da Moe¬≠da.

Edição: Juliana Andrade/Agência Brasil

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