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Empresa abre negociação de tokens no mercado secundário

Durante a semana, a empresa Mercado Bitcoin, maior Exchange de ativos digitais da América Latina, abriu a negociação de tokens de precatórios no mercado secundário, por meio de sua plataforma web e pelo aplicativo de smartphone.

As transações no mercado secundário são realizadas diretamente pelos investidores e têm como objetivo trazer liquidez para o cliente que não possa esperar o período previsto de pagamento de cada título. Além disso, pode suprir a necessidade de quem não conseguiu adquirir os tokens nos primeiros três lotes já lançados pela empresa.

Desde julho deste ano, os períodos iniciais de venda através da sua unidade de negócios MB Digital Assets (responsável pela tokenização de ativos reais) ultrapassaram os R$ 25 milhões e se esgotaram em questão de dias após lançamentos.

“O mercado secundário também é uma excelente oportunidade para o investidor que ainda não negocia no mercado de ativos alternativos, por trazer maior dinâmica para as opções de risco, retorno e liquidez”, afirma Marcos Alves, CEO da empresa.

Democratização do alto retorno

A empresa é pioneira na aplicação de novas tecnologias como blockchain, smartcontract e tokens para negociação de ativos alternativos, como precatórios, dívidas privadas e outros direitos ou ativos reais que jamais chegaram aos pequenos investidores, mas que oferecem retorno de longo prazo superiores às aplicações tradicionais de renda fixa.

O token MBPRK02, por exemplo, representa um direito (cessão parcial de um precatório do Estado de São Paulo), que tinha expectativa de retorno de 22,7% ao ano, para quem o adquiriu no primeiro período de vendas (R$ 100 por unidade e com estimativa de liquidação em 2022). Atualmente, o detentor do token pode negociar com outros clientes, através da plataforma da empresa, e realizar parte do retorno (na média das últimas transações, de 4,22%). No mesmo período, uma aplicação a 100% do CDI rendeu 1,62%.

O objetivo é construir o mercado de investimentos do futuro, oferecendo uma nova infraestrutura para negociação, com menos intermediários e informações complexas, e onde o retorno fique com quem assume o risco – e não, com quem distribui produtos financeiros.

 

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