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3.0 - Negócios

Conheça os fatores de sucesso para o varejo no Brasil

A autoral¬≠i¬≠dade das novas ger¬≠a√ß√Ķes impul¬≠siona padr√Ķes difer¬≠entes de com¬≠pra e a recon¬≠fig¬≠u¬≠ra√ß√£o do vare¬≠jo pas¬≠sa pelo com¬≠por¬≠ta¬≠men¬≠to dessas pes¬≠soas. Se 70% de mil¬≠len¬≠ni¬≠als e ger¬≠a√ß√£o Z pref¬≠er¬≠em lojas f√≠si¬≠cas, a rev¬≠olu√ß√£o dig¬≠i¬≠tal deve pro¬≠mover trans¬≠for¬≠ma√ß√Ķes al√©m da sua pr√≥pria natureza. Sendo a inter¬≠net uma nova for¬≠ma de fun¬≠ciona¬≠men¬≠to do plan¬≠e¬≠ta, uti¬≠lizar a tec¬≠nolo¬≠gia para cri¬≠ar exper¬≠i√™n¬≠cias encan¬≠ta¬≠do¬≠ras, em quais¬≠quer pon¬≠tos de con¬≠ta¬≠to, pas¬≠sa a ser uma a√ß√£o irrevog√°v¬≠el.

As √ļlti¬≠mas pesquisas real¬≠izadas na Cro¬≠ma t√™m mostra¬≠do que a exper¬≠i√™n¬≠cia em com¬≠para¬≠dores de pre√ßos e sites de e‚ÄĎcommerce tem influ¬≠en¬≠ci¬≠a¬≠do sig¬≠ni¬≠fica¬≠ti¬≠va¬≠mente o imag¬≠in√°rio mul¬≠ti¬≠canal. Car¬≠ac¬≠ter√≠s¬≠ti¬≠cas, atrib¬≠u¬≠tos e fun¬≠cional¬≠i¬≠dades dig¬≠i¬≠tais pas¬≠saram a con¬≠fig¬≠u¬≠rar o dese¬≠jo do shop¬≠per que quer decidir onde, quan¬≠do e quan¬≠to quer com¬≠prar. Se a mul¬≠ti¬≠canal¬≠i¬≠dade √© a sa√≠¬≠da, a tec¬≠nolo¬≠gia √© o con¬≠du¬≠tor e os dados s√£o o com¬≠bust√≠v¬≠el des¬≠ta jor¬≠na¬≠da.

At√© 2019, os mil¬≠len¬≠ni¬≠als ser√£o a grande mas¬≠sa ati¬≠va eco¬≠nomi¬≠ca¬≠mente, alcan√ßan¬≠do no Brasil um poten¬≠cial de com¬≠pra de R$ 75 bil¬≠h√Ķes. Al√©m dis¬≠so, a sua fre¬≠qu√™n¬≠cia de com¬≠pras online √© duas vezes maior do que a da ger¬≠a√ß√£o X. De acor¬≠do com a pesquisa Hight-Tech Retail¬ģ ‚Äď A Tec¬≠nolo¬≠gia e o Com¬≠por¬≠ta¬≠men¬≠to de Com¬≠pra do Brasileiro ‚Äď, real¬≠iza¬≠da pela Cro¬≠ma, o que vai influ¬≠en¬≠ciar a com¬≠pra nos pr√≥x¬≠i¬≠mos tr√™s anos s√£o como¬≠di¬≠dade (69%), tem¬≠po (61%) e atendi¬≠men¬≠to (44%). Essa tr√≠ade j√° pos¬≠sui com¬≠plex¬≠i¬≠dade sufi¬≠ciente para os grandes vare¬≠jis¬≠tas, pouco habit¬≠u¬≠a¬≠dos a pen¬≠sar em big data e ain¬≠da inca¬≠pazes de pro¬≠duzir ino¬≠va√ß√£o em larga escala e capi¬≠lar¬≠i¬≠dade.

Em um cenário onde pro­du­tos e preços são cada vez mais com­modi­ties e copiáveis, a ofer­ta de serviços e exper­iên­cia de com­pra capazes de ger­ar con­sid­er­ação, prefer­ên­cia e aumen­to na intenção de com­pra devem ocu­par, cada vez mais, o foco de atenção de mar­cas e vare­jis­tas.

A pesquisa tam¬≠b√©m iden¬≠ti¬≠fi¬≠cou que mais de 50% con¬≠sid¬≠er¬≠am a tec¬≠nolo¬≠gia √ļtil para a exper¬≠i√™n¬≠cia de com¬≠pra. Dess¬≠es, 42% e 44% con¬≠sid¬≠er¬≠am respec¬≠ti¬≠va¬≠mente a real¬≠i¬≠dade vir¬≠tu¬≠al e a visu¬≠al¬≠iza¬≠√ß√£o de pro¬≠du¬≠tos em 3D total¬≠mente √ļteis. Tais n√ļmeros rep¬≠re¬≠sen¬≠tam o quan¬≠to o vare¬≠jo no Brasil est√° descom¬≠pas¬≠sa¬≠do em rela√ß√£o ao que j√° dev¬≠e¬≠ria entre¬≠gar hoje.

Enquan¬≠to isso, a dis¬≠pu¬≠ta pelo menor pre√ßo, refleti¬≠da na infind¬≠√°v¬≠el sequ√™n¬≠cia de an√ļn¬≠cios pare¬≠ci¬≠dos na TV e fol¬≠hete¬≠ria, s√≥ refor√ßa o quan¬≠to se investe pouco para enten¬≠der mis¬≠s√Ķes de com¬≠pra, jor¬≠nadas e per¬≠fis. Se o shop¬≠per cam¬≠in¬≠ha para o omnichanel, o vare¬≠jo ain¬≠da insiste, de cer¬≠ta for¬≠ma, em per¬≠pet¬≠u¬≠ar um mod¬≠e¬≠lo col¬≠ori¬≠do e ca√≥ti¬≠co do qual se tornou o pr√≥prio ref√©m.

A pesquisa tam¬≠b√©m iden¬≠ti¬≠fi¬≠cou que, nos tr√™s anos seguintes, a mudan√ßa nos h√°bitos de com¬≠pra em ter¬≠ras brasileiras acom¬≠pan¬≠ha o que acon¬≠tece no restante do mun¬≠do. Com a rev¬≠olu√ß√£o dig¬≠i¬≠tal e o aumen¬≠to das inter¬≠a√ß√Ķes, pres¬≠en¬≠cia¬≠re¬≠mos cada vez mais fre¬≠quentes trans¬≠for¬≠ma√ß√Ķes nas rela√ß√Ķes soci¬≠ais e, con¬≠se¬≠quente¬≠mente, nas rela√ß√Ķes de com¬≠pra. A par¬≠tir do estu¬≠do, real¬≠iza¬≠do com mais de 3 mil com¬≠pradores no Brasil, incluin¬≠do 60 casos de neu¬≠ro¬≠ci√™n¬≠cia apli¬≠ca¬≠da, √© pos¬≠s√≠v¬≠el apon¬≠tar cin¬≠co fatores de suces¬≠so para os vare¬≠jis¬≠tas nos pr√≥x¬≠i¬≠mos tr√™s anos:

1 ‚Äď Al√©m do pl√°s¬≠ti¬≠co: 49% dos shop¬≠pers pre¬≠ten¬≠dem uti¬≠lizar muito novas for¬≠mas de paga¬≠men¬≠to, dis¬≠pen¬≠san¬≠do o uso de cart√Ķes ou din¬≠heiro f√≠si¬≠co. A rev¬≠olu√ß√£o trazi¬≠da pela mobil¬≠i¬≠dade, fin¬≠techs, bio¬≠me¬≠tria e por empre¬≠sas como Google pas¬≠sam a faz¬≠er parte da pau¬≠ta de ino¬≠va√ß√£o que impactar√° des¬≠de empreende¬≠dores aut√īnomos at√© grandes redes. Como 60,4% dos brasileiros realizar√£o com¬≠pras uti¬≠lizan¬≠do tec¬≠nolo¬≠gias de autoa¬≠tendi¬≠men¬≠to, o self-check¬≠out est√° tam¬≠b√©m inseri¬≠do nesse con¬≠tex¬≠to.

2 ‚Äď Servi¬≠mos bem para servir sem¬≠pre: o que vai influ¬≠en¬≠ciar a com¬≠pra s√£o como¬≠di¬≠dade, tem¬≠po e atendi¬≠men¬≠to. O papel os vende¬≠dores tende a ser dra¬≠mati¬≠ca¬≠mente afe¬≠ta¬≠do e, nesse sen¬≠ti¬≠do, espe¬≠cial¬≠is¬≠tas e t√©c¬≠ni¬≠cos ten¬≠dem a ocu¬≠par posi√ß√Ķes estrat√©g¬≠i¬≠cas na ven¬≠da con¬≠sul¬≠ti¬≠va, inclu¬≠sive final¬≠izan¬≠do ven¬≠das por dis¬≠pos¬≠i¬≠tivos m√≥veis, sem a neces¬≠si¬≠dade do tradi¬≠cional check¬≠out.

3 ‚Äď L√≠deres do vare¬≠jo e de tec¬≠nolo¬≠gia: o omnichanel, quan¬≠do com¬≠para¬≠do a uma expan¬≠s√£o f√≠si¬≠ca, √© uma for¬≠ma bara¬≠ta de ampli¬≠ar neg√≥¬≠cios e est√° 100% pau¬≠ta¬≠do em exper¬≠i√™n¬≠cias. Impul¬≠sion¬≠a¬≠do pelo dese¬≠jo de inde¬≠pend√™n¬≠cia do shop¬≠per, o vare¬≠jo pre¬≠cis¬≠ar√° inve¬≠stir em inte¬≠gra√ß√£o de canais, log√≠s¬≠ti¬≠ca e esto¬≠ques com¬≠par¬≠til¬≠ha¬≠dos, per¬≠son¬≠al¬≠iza¬≠√ß√£o de lay¬≠out de lojas, intelig√™n¬≠cia arti¬≠fi¬≠cial, big data e tec¬≠nolo¬≠gias que pro¬≠movam a mel¬≠hor exper¬≠i¬≠men¬≠ta√ß√£o de pro¬≠du¬≠tos em qual¬≠quer pon¬≠to de con¬≠ta¬≠to.

4 ‚Äď N√£o √© s√≥ o front-end: 69% dos brasileiros acred¬≠i¬≠tam que a tec¬≠nolo¬≠gia vai tornar a exper¬≠i√™n¬≠cia de com¬≠pra mais c√īmo¬≠da e per¬≠son¬≠al¬≠iza¬≠da. No entan¬≠to, essa pre¬≠mis¬≠sa √© v√°l¬≠i¬≠da des¬≠de que haja estrat√©¬≠gia de inte¬≠gra√ß√£o de canais e recur¬≠sos. Caso con¬≠tr√°rio, apps, sites e demais recur¬≠sos ser√£o insu¬≠fi¬≠cientes para sus¬≠ten¬≠tar uma real trans¬≠for¬≠ma√ß√£o, geran¬≠do frus¬≠tra√ß√£o, m√° avali¬≠a√ß√£o dos pilo¬≠tos e des¬≠perd√≠¬≠cio de inves¬≠ti¬≠men¬≠tos por con¬≠ta de ini¬≠cia¬≠ti¬≠vas iso¬≠ladas.

5 ‚Äď Shop¬≠per, shop¬≠per, shop¬≠per50% da pop¬≠u¬≠la√ß√£o glob¬≠al estar√° conec¬≠ta¬≠da at√© 2020, o que jus¬≠ti¬≠fi¬≠ca o foco no entendi¬≠men¬≠to das jor¬≠nadas de com¬≠pra atre¬≠ladas √† tec¬≠nolo¬≠gia. O vare¬≠jo brasileiro, ain¬≠da hoje, con¬≠tin¬≠ua sendo bas¬≠tante ori¬≠en¬≠ta¬≠do √†s ocasi√Ķes de con¬≠sumo. Con¬≠tu¬≠do, h√° muitas pos¬≠si¬≠bil¬≠i¬≠dades inex¬≠plo¬≠radas de ati¬≠va√ß√Ķes, no trade, para difer¬≠entes ocasi√Ķes de com¬≠pra. Com a tec¬≠nolo¬≠gia √© pos¬≠s√≠v¬≠el inte¬≠grar os canais f√≠si¬≠co e dig¬≠i¬≠tal para pro¬≠por¬≠cionar exper¬≠i√™n¬≠cias de com¬≠pra per¬≠son¬≠al¬≠izadas. Essa inte¬≠gra√ß√£o pro¬≠mover√°, ao con¬≠tr√°rio do que muitos pen¬≠sam, diminui√ß√£o de cus¬≠tos, aumen¬≠to do tick¬≠et, fideliza¬≠√ß√£o e reten√ß√£o de clientes.

 

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