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Brasileiro já pode adquirir imóvel no exterior por meio de consórcio

 - REVISTA MAISJR

(Crédito:Pixabay)

 

A BR Consórcios, empresa com mais de 70 mil clientes ativos pelo Brasil, lançou modalidade de consórcio para a compra de imóvel fora do país.  Inédito no país, o consórcio – batizado de My Place –  disponibilizará créditos de R$ 300 mil a R$ 600 mil, com prazos de 60 a 120 meses.

De acordo com o diretor-geral da BR Consórcios, Rodolfo Montosa, a modalidade foi criada para preencher uma lacuna percebida no mercado. “A cada dez interessados, nove não fecham o negócio por não disponibilizarem de 40% do valor como entrada para a compra do imóvel”, explica Montosa. Segundo o executivo, o consórcio é uma solução para viabilizar o valor de entrada de forma planejada, permitindo o acesso de brasileiros, que só precisam de um mecanismo para diversificar seu portfólio de investimentos.

Para lançar o produto, a empresa fez uma ampla pesquisa com um universo de brasileiros que já buscaram o consórcio para esta finalidade ou que integram o perfil do grupo de pessoas da classe A, com patrimônio superior a R$ 3 milhões. Segundo o estudo, 64% das pessoas revelaram ter disposição de programar a parcela de uma poupança no Brasil para comprar um imóvel em outro país, seja para morar ou como forma de investimento. “Esses brasileiros têm patrimônio, mas não querem abrir mão de sua liquidez”, afirma Montosa.

EUA e Portugal

Inicialmente, o consórcio será voltado para brasileiros interessados em adquirir imóvel apenas em território americano. No segundo semestre, a modalidade deverá estar disponível para aqueles que buscam a Europa, especialmente Portugal. O produto está sendo disseminado na base de vendas de suas   empresas associadas, como o Consórcio União, Consórcio Araucária, Consórcio Santa Emília, Consórcio Saga, Consórcio Lyscar, Rede Lojacorr Consórcios e a Mapfre Consórcios.

A BR Consórcios espera, entre março e junho, fechar cerca de 200 cotas no My Place, com tíquete médio de US$ 120 mil, ou cerca de R$ 450 mil, totalizando um volume de créditos de US$ 24 milhões neste primeiro semestre. A meta, como avalia Montosa, é dobrar esses números até dezembro.

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