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Aeroporto de Guarulhos passa a monitorar voos de drones

 - REVISTA MAISJR

(Cr√©di¬≠to: Aero¬≠por¬≠to de Guarulhos.net) 

O GRU Air­port, o maior aero­por­to do Brasil e o mais movi­men­ta­do da Améri­ca do Sul, pas­sou a mon­i­torar os voos de drones num raio de 8 km para anal­is­ar a existên­cia de riscos à segu­rança nas deco­la­gens e ater­ris­sagens das aeron­aves. O tra­bal­ho de mon­i­tora­men­to vem sendo feito em caráter exper­i­men­tal em coop­er­ação com a empre­sa brasileira DroneCon­trol, que desen­volve sis­temas de pro­teção con­tra drones não autor­iza­dos.

O ger¬≠ente de Oper¬≠a√ß√Ķes da DroneCon¬≠trol, Rog√©rio Vale, expli¬≠ca que o sis¬≠tema opera em tem¬≠po real e √© capaz de detec¬≠tar, iden¬≠ti¬≠ficar e ras¬≠trear drones, al√©m de enviar avi¬≠sos de aler¬≠ta via SMS ou e‚ÄĎmail quan¬≠do h√° aprox¬≠i¬≠ma√ß√£o do per√≠metro de segu¬≠ran√ßa. ‚ÄúNo caso do GRU Air¬≠port, os aler¬≠tas s√£o ger¬≠a¬≠dos sem¬≠pre que um drone voa a 7 e 5 km do aero¬≠por¬≠to, ou quan¬≠do h√° uma aprox¬≠i¬≠ma√ß√£o cr√≠ti¬≠ca das cabe¬≠ceiras ou das pis¬≠tas‚ÄĚ.

Des¬≠de que o sis¬≠tema foi implan¬≠ta¬≠do, j√° foram detec¬≠ta¬≠dos e ras¬≠trea¬≠d¬≠os 457 voos real¬≠iza¬≠dos por 132 drones difer¬≠entes nas ime¬≠di¬≠a√ß√Ķes do aero¬≠por¬≠to. ‚ÄúNos sur¬≠preen¬≠demos com a quan¬≠ti¬≠dade de drones voan¬≠do pr√≥x¬≠i¬≠mos, mas em nen¬≠hum dos casos hou¬≠ve uma aprox¬≠i¬≠ma√ß√£o cr√≠ti¬≠ca‚ÄĚ, rev¬≠ela Amau¬≠ri Alves, ger¬≠ente de Segu¬≠ran√ßa Opera¬≠cional de GRU.

A decis√£o de faz¬≠er o mon¬≠i¬≠tora¬≠men¬≠to, segun¬≠do Alves, deveu-se ao avis¬≠ta¬≠men¬≠to de drones por pilo¬≠tos. ‚ÄúO sinal de aler¬≠ta veio quan¬≠do um drone caiu em um dos hangares em con¬≠stru√ß√£o em maio pas¬≠sa¬≠do. Por¬≠tan¬≠to, mon¬≠i¬≠torar √© extrema¬≠mente impor¬≠tante para garan¬≠tir a segu¬≠ran√ßa das aeron¬≠aves que oper¬≠am no aero¬≠por¬≠to‚ÄĚ, ressalta. Ele con¬≠ta que se um drone for avis¬≠ta¬≠do em uma √°rea cr√≠ti¬≠ca, o pro¬≠ced¬≠i¬≠men¬≠to ado¬≠ta¬≠do √© sus¬≠pender as oper¬≠a√ß√Ķes do aero¬≠por¬≠to at√© con¬≠seguir tir√°-lo da √°rea de segu¬≠ran√ßa. ‚ÄúNo entan¬≠to,  isso dev¬≠er√° ser aper¬≠fei√ßoa¬≠do quan¬≠do as autori¬≠dades com¬≠pe¬≠tentes definirem pro¬≠to¬≠co¬≠los para ess¬≠es casos‚ÄĚ,

O Depar¬≠ta¬≠men¬≠to de Con¬≠t¬≠role do Espa√ßo A√©reo (DECEA) deter¬≠mi¬≠na que os drones devem man¬≠ter uma dis¬≠t√Ęn¬≠cia segu¬≠ra dos aero¬≠por¬≠tos. Para voos at√© 100 p√©s (cer¬≠ca de 30 met¬≠ros), a oper¬≠a√ß√£o deve ocor¬≠rer a aprox¬≠i¬≠mada¬≠mente 5,4 quil√īmet¬≠ros. Para voos entre 100 e 400 p√©s (30 a 120 met¬≠ros), cer¬≠ca de 9 quil√īmet¬≠ros. No mon¬≠i¬≠tora¬≠men¬≠to do GRU Air¬≠port foram ras¬≠trea¬≠d¬≠os 160 voos de drones que infringi¬≠ram essas regras.

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