PUBLICIDADE

brasil

Relator vota a favor de importação da Sputnik V e Covaxin

O relator do processo de importa√ß√£o das vacinas Sputnik V e Covaxin votou a favor da autoriza√ß√£o excepcional e tempor√°ria para importa√ß√£o e distribui√ß√£o dos imunizantes contra a covid-19. Durante reuni√£o da Ag√™ncia Nacional de Vigil√Ęncia Sanit√°ria (Anvisa), Alex Machado Campos entendeu que estados e o governo federal podem utilizar os imunizantes, mas de forma controlada e cumprindo v√°rias condicionantes para aplica√ß√£o na popula√ß√£o.¬†

A vota√ß√£o continua. At√© o momento, o placar da vota√ß√£o est√° 2 votos a 1 pelo uso restrito de doses das duas vacinas. No total, cinco diretores da Anvisa v√£o votar, inclusive o presidente, Ant√īnio Barra Torres.

Pelo voto do relator, a importação deverá ser restrita ao total de doses referente a 1% da população, e a aplicação deverá ser destinada a maiores de 18 anos e menores de 60 anos. O uso por gestantes e pessoas com comorbidades não foi recomendado.

Além disso, a Anvisa deverá ser comunicada sobre eventuais eventos adversos nas pessoas que forem imunizadas. Somente poderão ser utilizadas vacinas oriundas de fábricas inspecionadas pela agência.

O caso √© analisado em reuni√£o da diretoria colegiada da ag√™ncia para analisar pedidos dos estados da Bahia, de Sergipe, do Maranh√£o, de Pernambuco, do Cear√° e do Piaui para importa√ß√£o 37 milh√Ķes de doses da Sputnik V, produzida pelo Instituto Gamaleya, da R√ļssia. A compra de 20 milh√Ķes de doses da Covaxin, do laborat√≥rio indiano Bharat Biotech, foi feita pelo governo federal.

Campos disse que após a negativa da Anvisa para uso da Covaxin, as pendências sobre as etapas de boas práticas na produção foram resolvidas. No caso da Sputnik V, após a decisão que rejeitou a importação , passou-se a admitir o uso do imunizante, mas com várias condicionantes, a partir da nova documentação apresentada por diversos governadores.

Novas cepas

Para o relator, diante do surgimento de novas cepas e o agravamento da pandemia, a Anvisa deve promover a prote√ß√£o da sa√ļde da popula√ß√£o, mitigando os riscos de seguran√ßa, efic√°cia e qualidade dos imunizantes.

‚ÄúO contexto sanit√°rio que nosso pa√≠s atravessa nos p√Ķe diante da necessidade de viabilizar o maior n√ļmero de vacinas e medicamentos. Todo esfor√ßo se volta ao prop√≥sito de amenizar o sofrimento da popula√ß√£o, abrandar ang√ļstias dos gestores p√ļblicos e combater o esgotamento de nossos profissionais de sa√ļde‚ÄĚ, afirmou.

Edição: Fábio Massalli

PUBLICIDADE