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3.0 - NEG√ďCIOS

Empresas de Eike Batista dependem de liberação ambiental de Minas Gerais para concluir recuperação judicial

Mais de 300 credores, pessoas f√≠sicas e empresas, da MMX Sudeste Minera√ß√£o S/A, aguardam a conclus√£o de licenciamentos ambientais, para que o montante de R$174 milh√Ķes, proveniente da compra de todos os ativos da MMX relacionados √† minera√ß√£o, chegue aos cofres dos credores.

O Conselho Administrativo de Defesa Econ√īmica (CADE) aprovou a compra da opera√ß√£o mineraria da MMX Sudeste pelas empresas Trafigura (Holanda) e Mubadala (Ar√°bia) em novembro de 2015, mas at√© agora somente parte de um pequeno valor da d√≠vida foi paga aos credores, nos termos do Plano de Recupera√ß√£o Judicial em fase de cumprimento.

‚ÄúPara que o dinheiro chegue aos credores √© preciso que algumas condi√ß√Ķes impostas pelos investidores sejam previamente cumpridas entre elas a autoriza√ß√£o dos licenciamentos ambientais pelo estado de Minas Gerais‚ÄĚ, explica o advogado Bernardo Bicalho, administrador judicial que fiscaliza o cumprimento do Plano de Recupera√ß√£o Judicial da MMX Sudeste.5brs0oey5jg26jxpto80315jwSegundo Bernardo Bicalho a recupera√ß√£o judicial da empresa de Eike Batista, aprovada pelos credores em agosto de 2015, est√° prevista para terminar 2 anos ap√≥s este marco, ou seja, em agosto de 2017.

Para ele, a altern√Ęncia de ju√≠zes na 1¬™ Vara Empresarial da comarca de Belo Horizonte pode se tornar um entrave que impe√ßa o andamento do processo e, consequentemente, a observ√Ęncia do prazo de 2 anos de fiscaliza√ß√£o do Plano, contados da data de sua aprova√ß√£o em assembleia de credores.

Saiba mais

A MMX paralisou as opera√ß√Ķes em Minas Gerais e entrou com pedido de recupera√ß√£o judicial em setembro de 2014. A crise do grupo EBX, problemas financeiros, ambientais e a queda dos pre√ßos internacionais de min√©rio de ferro foram os motivos para o fim das atividades da MMX Sudeste.

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