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Direto da China: live Commerce vira febre no Brasil

Moda foi o mercado pioneiro no país a vender via “live”, que já demonstra ampla aceitação para outras áreas do varejo como cosméticos, decoração e até carros.

No mundo da moda, o live commerce – novo método de venda de produtos em que o consumidor pode comprar e tirar dúvidas na hora da compra, de forma totalmente on-line, já não era novidade. Mas com a chegada da pandemia e a mudança dos hábitos de consumo durante o lockdown, esta modalidade se popularizou e atingiu novos setores do varejo. Hoje o live commerce faz sucesso não só no mundo da moda, como também para cosméticos, na venda de carros e no mercado de decoração.

O modelo foi importado da China e movimentou cerca de US$ 200 bilhões em 2020. Estimativa da Research and Markets é que a modalidade fature US$ 600 bilhões até 2027.

O fundador da consultoria Varese Retail, Alberto Serrentino, afirma que o fenômeno explodiu em todo o mundo durante a pandemia, com o novo jeito de fazer compras criado pelo Alibabá. “Foram eles que desenvolveram este novo jeito de integrar conteúdo, mídia, entretenimento e compras”, finaliza o executivo.

 

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