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Robôs já são realidade em indústria de doces no Nordeste

 - REVISTA MAISJR

Análise de dados, automação, internet e robôs. A indústria 4.0 é um compilado de tudo isso e está ligada diretamente à coleta e análise de dados, tendo como princípio a interoperabilidade, onde o humano e o tecnológico interagem juntos.

De acordo com a Pricewaterhouse Coopers (PwC), 86% das empresas que entraram na onda da quarta revolução industrial esperam ter custos menores e receitas maiores nos próximos cinco anos e 35% prometem aumentar os ganhos em mais de 20% dentro do mesmo período.

É o caso da empresa de guloseimas gaúcha Docile, que  acaba de inserir sensores que monitoram a produção de doces em tempo real, na unidade de Vitória de Santo Antão (PE). A tecnologia foi implantada nos setores de embalagens do seu refresco em pó e das balas de goma e permite acesso a informações, em tempo real, sobre tudo o que acontece no parque fabril, como o que está sendo produzido ou se houve paradas na linha de produção.

“A tecnologia embarcada nesse novo modelo de produção é fundamental para assegurarmos nossa presença nos mercados interno e externo”, explica o gerente da Docile Nordeste, Eduardo Cima. “Este é primeiro passo em direção à indústria 4.0. Temos um longo caminho a percorrer”, destaca. Neste novo cenário, é possível monitorar continuamente e de forma segura toda a produção por meio do controle dos processos, sendo mais fácil garantir que todos os itens sejam rotulados e entregues da forma correta”, conta.

A empresa também foi selecionada para participar do projeto do Senai “Minha indústria mais avançada”, cujo objetivo é ajudá-las na adoção de um sistema de gestão voltado para trabalhar dentro do conceito de manufatura enxuta, garantindo, com isso, uma linha de produção mais segura, eficiente e com melhores índices de qualidade. “Na avaliação do Senai, estamos preparados para assumir um desafio como este. A entidade disponibilizou um consultor técnico que irá acompanhar o desenvolvimento de todo o projeto”, conta Cima.

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