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N√ļmero de brasileiros endividados cresce

O n√ļmero de fam√≠lias endi¬≠vi¬≠dadas cresceu no Brasil chegan¬≠do a 65,6% em dezem¬≠bro. Os n√ļmeros fazem parte da Pesquisa de Endi¬≠vi¬≠da¬≠men¬≠to e Inadim¬≠pl√™n¬≠cia do Con¬≠sum¬≠i¬≠dor, real¬≠iza¬≠da pela Con¬≠fed¬≠er¬≠a√ß√£o Nacional do Com√©r¬≠cio de Bens, Servi√ßos e Tur¬≠is¬≠mo (CNC) des¬≠de janeiro de 2010.

Segun¬≠do infor¬≠ma√ß√Ķes da Pan¬≠ro¬≠tas e da CNC, o resul¬≠ta¬≠do √© maior do que os 65,1% de novem¬≠bro e supe¬≠ri¬≠or aos 59,8% reg¬≠istra¬≠dos em dezem¬≠bro de 2018.

Nos com¬≠par¬≠a¬≠tivos men¬≠sais, hou¬≠ve um recuo, tan¬≠to no per¬≠centu¬≠al de fam√≠lias com con¬≠tas ou d√≠vi¬≠das em atra¬≠so (de 24,7% para 24,5%) quan¬≠to no per¬≠centu¬≠al de fam√≠lias que declararam n√£o ter condi√ß√Ķes de pagar suas con¬≠tas ou d√≠vi¬≠das em atra¬≠so e que per¬≠manece¬≠ri¬≠am inadim¬≠plentes (de 10,2% para 10%).

J√° em com¬≠para¬≠√ß√£o ao mes¬≠mo per√≠o¬≠do de 2018, os n√ļmeros aumen¬≠taram.

O pres­i­dente da CNC, José Rober­to Tadros, avalia que o resul­ta­do não pode ser con­sid­er­a­do neg­a­ti­vo.

‚ÄúA tend√™n¬≠cia de alta do endi¬≠vi¬≠da¬≠men¬≠to est√° asso¬≠ci¬≠a¬≠da √† ampli¬≠a√ß√£o do mer¬≠ca¬≠do de cr√©di¬≠to ao con¬≠sum¬≠i¬≠dor, impul¬≠sion¬≠a¬≠da por fatores como a mel¬≠ho¬≠ra recente no mer¬≠ca¬≠do de tra¬≠bal¬≠ho, sobre¬≠tu¬≠do no emprego for¬≠mal, e a redu√ß√£o das taxas de juros para pata¬≠mares m√≠n¬≠i¬≠mos hist√≥ri¬≠cos, o que per¬≠mi¬≠tiu a redu√ß√£o do cus¬≠to do cr√©di¬≠to‚ÄĚ, afir¬≠ma Tadros.

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